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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Cincos pontos indispensáveis que o terapeuta deve se atentar em atendimentos com massagem

Cincos pontos indispensáveis que o terapeuta deve se atentar em atendimentos com massagem

Muito se fala nas maravilhas que as massagens proporcionam à nossa qualidade de vida.
Quando falamos dos inúmeros tipos de massagens, logo podemos observar manifestações do tipo:
Que delícia, adoro massagem...
Mas a experiência nos mostra que nem todos os clientes são adeptos dessa forma de cuidado.
No âmbito das atividades de fisioterapia ainda, na maioria das vezes, por serem associadas a movimentos dolorosos, na maioria das vezes são vistas com muito desconforto.  Assim, torna-se imprescindível que o terapeuta tenha plena consciência das técnicas que irá adotar para cada caso específico.
Entretanto, quando o objetivo principal estiver relacionado a melhoria da qualidade de vida, equilíbrio energético, drenar líquidos e a opção for pela massagem, ainda assim, é importante que o terapeuta, opte pelo tipo de massagem que resultará mais positivamente no processo terapêutico, e para tanto, deve ser observada algumas condições básicas:
1 - A necessidade/objetivo específicos de cada pessoa;
Lembrar que uma pessoa não é igual a outra, portanto, um questionário de avaliação que conste as informações pessoais, os anseios, algum tipo de enfermidade conhecida, indicação da utilização de medicamentos, acompanhamento médico, e um campo específico para outras observações julgadas importante;
2 - Escolha da massagem que será aplicada;
De acordo com o perfil observado com a ajuda do questionário inicial e informações apresentadas pelo cliente/paciente, optar pelo tipo de massagem que será realizada, informando seus aspectos básicos, e benefícios, para que o cliente ainda tenha possibilidade de propor outra alternativa, se for o caso;
3 - O ambiente adequado;
Cuidar do ambiente o qual a massagem será realizada, é um dos pontos que merece atenção e cuidado. O terapeuta deve observar com atenção, todos os detalhes como iluminação, privacidade, a possibilidade de agregar um aroma que seja compatível com as necessidades do cliente, pois em muitos casos, existe a condição de sensibilidade e/ou alergia, deve também cuidar da limpeza do ambiente, dos lençóis, toalhas.
4 - Pressão e movimentos;
Quando se tratar de massagem que requeira movimentos de pressão ou amassamento, o terapeuta deve sempre se preocupar com o nível suportável e adequado para o bem-estar de cada cliente. Identificada a pressão ideal, a massagem será com certeza, tão gratificante quanto eficaz no seu resultado.
5 - Momento de relaxamento;
Alguns minutos devem ser disponibilizados pelo terapeuta ao cliente, de modo que este possa absorver com plenitude, todas as sensações adquiridas com a massagem, os aromas, a música ambiente, os óleos e cremes ou simplesmente as mãos do terapeuta/fisioterapeuta.


Kaina Chagas

Fisioterapeuta
(fonte 5elementos )

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Notícia | Desvendando os efeitos da prática: A ciência do Yoga

“Este é o primeiro de dois textos sobre os efeitos da prática do yoga publicado no site da revista Forbes, o segundo: “A Psicologia do Yoga”, tratará especificamente das mudanças psicológicas e também será publicado em português aqui no blog em breve.”
noticia-forbes-os efeitos da prática-a-ciência-do-yogaJulgando pelo número de esteiras de yoga que tenho visto sendo carregadas em Manhattan nos últimos 15 anos, tenho certeza de que fui a última pessoa da ilha a experimentar tal modalidade. O meu relacionamento com essa prática começou há cerca de 6 meses atrás e devo admitir que eu me apaixonei – e muito – por ela. Fiquei impressionada com as mudanças que afetaram o meu corpo e, mais ainda, a minha mente. Porém, o meu lado nerd, ligado à medicina ocidental, ainda se perguntava como exatamente isso estava acontecendo. Eu podia chutar algumas hipóteses baseadas no que eu sei sobre o corpo, mas preferi falar com alguém que realmente entendesse e estudasse esse tipo de ciência.
Stephen Cope é terapeuta e diretor do Institute for Extraordinary Living no Kripalu Center for Yoga and Health em Massachusetts. Lá, ele comanda um programa intitulado “O Yoga e o Cérebro”, cujas pesquisas estudam o efeito do yoga no cérebro com ressonância magnética e outras técnicas. Cope explica que o yoga traz mudanças significativas no sistema nervoso simpático do corpo – aquele responsável por estimular ações, como de “luta ou fuga”, em resposta às situações de estresse. Todavia, como as nossas vidas hoje em dia incluem e-mails de trabalho às dez horas da noite e conversas altas no telefone da mesa ao lado, em resposta, muitas vezes, nosso corpo permanece ‘on’ quando, na verdade, não deveria permanecer. O Yoga ajuda o corpo a diminuir essa resposta ao estresse, reduzindo os níveis do hormônio cortisol, que não é somente o combustível para as nossas reações ao estresse, mas que também pode causar estragos no corpo quando está em estresse crônico. Assim, a redução do nível desse hormônio no organismo é considerada uma coisa boa.
efeitos-yoga-cerebro-ioga-melhoraO Yoga também aumenta os níveis de substâncias que nos fazem sentir bem, como o GABA (Ácido gama-aminobutírico), a serotonina e a dopamina, que são responsáveis por nos sentirmos relaxados e satisfeitos. Todos esses três neurotransmissores são os principais utilizados em medicamentos que controlam o humor, como antidepressivos (por exemplo, ISRSs) e ansiolíticos (anti-ansiedade). O fato do yoga estar associado ao aumento dos níveis dessas cobiçadas substâncias químicas no organismo não é nada desprezível.
Ainda há outro bônus, diz Sarah Dolgonos, doutora em medicina, que dá aulas na Yoga Society of New York’s Ananda Ashram. Ela aponta que além de suprimir a resposta ao estresse, o yoga estimula o sistema nervoso parassimpático, que nos acalma e restaura o equilíbrio depois que uma situação de estresse chegou ao fim. Quando este sistema nervoso é ativado, “o sangue é direcionado em direção a glândulas endócrinas, órgãos digestivos e circulação linfática, enquanto a frequência cardíaca e a pressão arterial são reduzidas”, diz Dolgonos. Ainda, com o sistema nervoso parassimpático em funcionamento, “o nosso corpo pode extrair melhor os nutrientes dos alimentos que comemos, e mais efetivamente eliminar toxinas, já que a circulação é aumentada. Com a ativação parassimpática, o corpo entra em um estado de restauração e cura”.
Também há um consenso que o yoga melhora o sistema imunológico, diz Dolgonos. Esse benefício provavelmente é causado devido a redução do cortisol, mencionado anteriormente: o excesso desse hormônio pode diminuir a eficácia do sistema imunológico “imobilizando algumas células brancas”. A redução do cortisol na circulação “remove a barreira para um eficaz funcionamento da função imunológica”, sendo assim, o yoga ajuda na prevenção de doenças, já que melhora a imunidade.
Vamos então nos aprofundar ainda mais nos efeitos dessa prática no organismo (paciência comigo, isso é realmente interessante). Pesquisadores descobriam que o yoga melhora a saúde, em parte, reduzindo um grande adversário do corpo: a inflamação. A inflamação crônica, mesmo em baixo grau, é responsável por uma série de problemas de saúde, de doenças cardíacas a diabetes e depressão.
Paula R. Pullen, PhD, instrutora de pesquisa da Faculdade de Medicina Marehouse, estuda os efeitos do yoga sobre a inflamação observando o que acontece nos corpos dos pacientes com insuficiência cardíaca que se matriculam em aulas de yoga. Ela mostrou que depois de serem distribuídos aleatoriamente entre yoga ou cuidados médicos padrão, os pacientes que praticavam a atividade tiveram uma melhora significativa nos níveis de biomarcadores, como a proteína C-reativa (PCR) e a interleucina-6 (IL-6). Se seus olhos ficaram paralisados, essas descobertas são bastante notáveis, já que mostram que o yoga pode realmente afetar as mais minúsculas moléculas, aquelas que são amplamente conhecidas por prever riscos de doenças graves. Pullen realça que a redução dos níveis de inflamação no corpo é extremamente importante do ponto de vista preventivo. E o yoga pode ajudar com isso. “O yoga equilibra o organismo, o sistema hormonal e a resposta ao estresse. As pessoas tendem a pensar que o yoga está apenas relacionado com a flexibilidade, quando na verdade, no sentido fisiológico se trata mais sobre reequilibrar e curar o corpo”.
Apesar de existir a milhares de anos, a ciência Ocidental está apenas começando a entender como funcionam os efeitos exercidos pelo yoga. Sendo assim, será certamente interessante acompanhar essas pesquisas, uma vez que continuará revelando o que o yoga é capaz de fazer com o corpo e com o cérebro. Fique atento para a parte II sobre os efeitos do yoga!
Tradução: Paula Coutinho | paula.emidioc@gmail.com
Fonte: Penetrating Postures: The Science of Yoga

domingo, 28 de julho de 2013

Desintoxicação com Argila

A argila é uma rocha sedimentar originária da lenta erosão dos granitos, isto é, do envelhecimento natural dos cristais. Ela é basicamente formada de silicato de alumínio hidratado. Possui uma diversidade de minerais acessórios característicos da região onde é encontrada, notadamente os óxidos e hidróxidos de ferro e alumínio. A composição das estruturas argilosas sempre vai interessar por contribuir nos tratamentos específicos, e, geralmente, a sua cor denuncia a espécie majoritária que a compõe. Por exemplo: a quantidade de ferro-ferroso determinará uma cor cinza, creme ou esverdeada; o ferro-férrico, cor avermelhada, laranja; com alumínio e magnésio vai predominar a cor branco amarelada. A argila é dotada de uma força extraordinária que contribui para um processo de transformação positiva do organismo. Porém, o resultado do seu uso depende de vários fatores como a atitude evolutiva do indivíduo em relação à própria vida e com aceitação do elemento terra em contato direto com o corpo. Por pertencer ao reino mineral, a argila é um elemento que tem grande capacidade para absorver energias negativas, o que torna um importante instrumento de harmonização e cura quando em contato com o organismo. Essa propriedade requer de quem manipula um acurado grau de pureza magnética.
Quando utilizada em tratamentos estéticos, ela ajuda a diminuir a retenção de líquidos, melhora o aspecto da celulite, atrai as toxinas do corpo para si e remineraliza o organismo. Com isso, ajuda a diminuir medidas e promove sensação de leveza e bem estar. A desintoxicação é um processo importante e necessário, já que nossa alimentação e estilo de vida contribuem para uma maior formação de toxinas e radicais livres.
As toxinas são "lixos" que precisam ser removidos e interferem no metabolismo. Quando sentimos que estamos meio pesados, lentos, pode ser acúmulo de toxinas no nosso corpo. Os radicais livres são vilões, que roubam nutrientes das nossas células e acabam diminuindo a disponibilidade. Só para exemplificar: para fazer um bolo, necessitamos de vários ingredientes. Para tanto, você foi lá e comprou todos os ingredientes necessários. Quando você vai fazer o bolo, nota que um dos ingredientes não está lá ou que a sua quantidade diminuiu porque alguém usou. É isso que ocorre com os radicais livres, eles diminuem a disponibilidade do nutriente e a célula fica sem os ingredientes para fazer o "bolo", que no nosso organismo, pode significar a formação de enzimas, hormônios, células. Quando desintoxicamos o nosso corpo, seja com a ajuda da argila ou da alimentação com alimentos antioxidantes, ajudamos a manter o funcionamento eficiente do nosso corpo. Portanto, aliar uma alimentação desintoxicante com tratamento de argila ajudará seu corpo a funcionar mais rapidamente e você a sentir bem estar.
(texto original Priscilla Riogi)